Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo
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Informações gerais | |
Também conhecido(a) como | SCUEPDT |
Origem | São Paulo, SP |
País | Brasil |
Gênero(s) | |
Período em atividade | 2019–presente |
Gravadora(s) | Selo RISCO |
Afiliação(ões) | Ana Frango Elétrico |
Integrantes | Sophia Chablau Téo Serson Theo Ceccato Vicente Tassara |
Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo é uma banda brasileira de indie rock, indie pop, rock psicodélico e avante-garde. Nascida em 2019 em São Paulo, o grupo faz parte do seleto time de artistas do Selo RISCO.[1][2][3][4][5][6][7][8] A formação original é Sophia Chablau, Téo Serson, Theo Ceccato e Vicente Tassara.[9]
Em 2023, lançaram seu segundo álbum de estúdio Música do Esquecimento, produzido por Vitor Araújo e com pós-produção de Ana Frango Elétrico,[10] que foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte como um dos 50 melhores álbuns nacionais de 2023 e ficou em terceiro lugar da Lista das Listas de 2023 do Pena Schmidt, e foi incorporado em mais de 40 listas nacionais de melhores discos.[10][11][12]
História
[editar | editar código fonte]1998–2000: Antecedentes
[editar | editar código fonte]Antes de formarem a banda, os integrantes já haviam trilhado caminhos musicais marcados por experiências desde a infância. Sophia Chablau, filha da escritora Jeanne de Castro, teve sua iniciação musical influenciada pelo pai, Fabio Tagliaferri, que a incentivou com aulas de piano, embora ela se identificasse mais com o violão, o que contribuiu para sua sensibilidade composicional.[13] Téo Serson e Theo Ceccato, que tocam juntos desde os sete anos, participaram de diversas formações, sendo influenciados inclusive pelo metal, introduzido pelo pai de Theo, o que ampliou seu repertório e experiência. Já Vicente Tassara, neto de Ziraldo, iniciou seus estudos musicais com aulas de piano, migrando posteriormente para a guitarra inspirado pelas cifras dos Beatles.[2]
2018–19: Formação, gravações e primeiros shows
[editar | editar código fonte]A gente era uma banda que tinha tocado um show, a brisa era tocar Rock triste, meio absurdo. E isso era a ‘maior perda de tempo’, depois de uma aula de filosofia falando sobre o Adorno, isso fez sentido pra mim. Quando eu conheci os meninos, esses ensaios seriam esse espaço pra perda de tempo, ócio criativo, algo que é produtivo, mas improdutivo. Começou chamando Música do Esquecimento e depois Uma Enorme Perda de Tempo.— Vicente Tassara, guitarrista, sobre as influências do nome da banda[2]
O grupo surgiu de maneira espontânea em 2018 quando Sophia Chablau, quando Sophia Chablau, Theo Ceccato e Vicente Tassara viajaram para o Rio de Janeiro com o objetivo de conhecer a cena musical local.[2] Durante essa viagem, Sophia conheceu Ana Frango Elétrico e seu produtor, Santiago Perlingeiro, que lhe ofereceu a oportunidade de realizar um show solo na cidade.[3][14]
Diante da necessidade de músicos para acompanhá-la, Sophia conversou com Theo Ceccato, que sugeriu que ela se apresentasse com o "Uma Enorme Perda de Tempo", grupo formado por ele, Téo e Vicente.[14] O nome da banda reflete uma ideia de "ócio criativo", inspirada em uma aula do departamento de filosofia da USP sobre Theodor Adorno, onde o conceito de "perda de tempo" foi reinterpretado como algo produtivo.[2]
Durante os primeiros meses após sua formação, o grupo adotou uma abordagem experimental, realizando apresentações ao vivo que serviram de laboratório para os arranjos das músicas.[15] Segundo os depoimentos dos integrantes, as canções eram continuamente testadas e aprimoradas ao longo de oito meses de apresentações antes de serem gravadas em estúdio.
A gravação do primeiro single da banda, "Idas e Vindas do Amor", ocorreu em um período inicial da trajetória do grupo, quando ainda contava com apenas dois meses de formação.[14] A oportunidade de registrar a canção em estúdio surgiu por meio de Thales Castanheira, na época assistente de estúdio de Gui Jesus Toledo, que sugeriu que a banda realizasse uma sessão gratuita de gravação.[9]
No estúdio, os integrantes interpretaram a faixa seguindo os arranjos já estabelecidos em suas apresentações ao vivo. Na ocasião, o grupo havia realizado três ou quatro shows, o que tornou a gravação um evento significativo para sua consolidação. O processo, realizado em apenas uma diária de estúdio, permitiu a captura completa do single, representando um marco na produção inicial da banda.[14]
A produção do disco foi conduzida por Ana, que desempenhou um papel fundamental na organização da sonoridade do grupo e na definição dos arranjos, garantindo uma unidade sonora.[14] O método de gravação equilibrou elementos de estúdio e apresentação ao vivo, refletindo a estética performática da banda. O processo ocorreu no Estúdio Canoa, em São Paulo, e foi concluído em oito a nove dias.[3]
A faixa "Moças e Aeromoças" contou com a participação da guitarrista Lucinha Turnbull, cuja colaboração surgiu a partir de uma sugestão de Ana Frango Elétrico.[2][16] Durante as gravações, Lucinha utilizou sua guitarra Ruby para registrar sua contribuição. Esse encontro foi destacado pelos integrantes como um momento importante na produção do álbum.[3]
Carreira musical
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Como o primeiro disco é mais explosivo e eufórico, os shows tinham um clima catártico e agitado, que era muito divertido. O segundo disco, mesmo com seus hits explosivos, acaba indo para uma atmosfera mais intimista, experimental e melancólica. A gente esquece que tem muitas maneiras de emocionar as pessoas, e nem todas têm a ver com gritar e pular. Às vezes parar, ouvir e sentir pode ser tão ou mais forte | ![]() |
— Téo Serson, em entrevista[17] |
2021–22: Primeiros lançamentos e reconhecimento
[editar | editar código fonte]A primeira gravação em estúdio da banda, o single "Idas e Vindas do Amor", encontrou sucesso nas plataformas digitais após ser incluída na trilha-sonora do filme brasileiro Acqua Movie.[16]
A banda alcançou reconhecimento nacional e internacional[18][19][20] após o lançamento de seu homônimo álbum de estreia, Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo, listado como um dos melhores discos do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte e também indicado na categoria "Artista Revelação".[21][22][23] O disco figurou em muitas listas de fim de ano e alcançou 500 mil reproduções no Spotify.[23] O álbum foi produzido por Ana Frango Elétrico.[24][25][26][27]
Em 2022, foram listados como "artistas para se prestar atenção" pela revista americana SPIN.[28] O álbum homônimo foi considerado, pela Revista Rolling Stone, como "um dos discos que agitou o rock nacional em 2021".[29] Além disso, o Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo foi classificado como "um novo ícone do rock brasileiro" pelo jornalista espanhol Alan Queipo.[30]
2023–atualmente: Música do Esquecimento
[editar | editar código fonte]Dois anos depois do lançamento do seu álbum homônimo, Música do Esquecimento é o segundo álbum de estúdio da banda, lançado pelo Selo RISCO. O trabalho, composto por quatorze faixas, foi desenvolvido após um processo criativo iniciado durante a pandemia, no qual todos os integrantes contribuíram para as composições, evidenciando uma abordagem coletiva em contraste com o disco de estreia.[31] A produção ficou a cargo de Vitor Araújo, com a pós-produção realizada por Ana Frango Elétrico, e o álbum conta com a participação adicional do compositor Negro Leo na faixa “Quem vai apagar a luz”. Além disso, o disco ainda reúne a presença de artistas como Juliana Perdigão, Bebé, Marina Reis (Pluma) e Manu Julian (Pelados).[31][10][32]
Em 2023, receberam uma indicação ao Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Rock do Ano pela música "Segredo" do álbum Música do Esquecimento.[33] No ano seguinte, foram indicados ao Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Grupo de Pop/Rock.[34]
Estilo musical
[editar | editar código fonte]A sonoridade da banda Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo é caracterizada por uma fusão de estilos que incluem indie rock, indie pop, rock psicodélico, noise pop e post-punk revival,[35][36] além de elementos provenientes da MPB e do lo-fi.[18] Cada integrante traz referências distintas que contribuem para a identidade musical do grupo, mesclando influências nacionais e internacionais.
Influências
[editar | editar código fonte]O guitarrista e tecladista Vicente Tassara tem influências que transitam entre o post-rock atmosférico e a música brasileira, destacando Sigur Rós (Ágætis Byrjun), Caetano Veloso (Muito) e Hermeto Pascoal (Slaves Mass). Já o baterista Theo Ceccato incorpora elementos do rock alternativo e experimental, inspirando-se em Sonic Youth (Rather Ripped), Pixies (Doolittle) e Jonas Sá (BLAM! BLAM!).[15][18]
O baixista Téo Serson adota uma abordagem influenciada pelo art rock e pelo post-punk, citando The Velvet Underground (The Velvet Underground), Radiohead (In Rainbows) e Talking Heads (Remain in Light). Por fim, a vocalista e guitarrista Sophia Chablau apresenta uma forte conexão com a música contemporânea brasileira, sendo influenciada por Ana Frango Elétrico (Mormaço Queima) e Negro Leo (Action Lekking), cujas experimentações sonoras e líricas dialogam com o estilo da banda.[18]
Integrantes
[editar | editar código fonte]- Sophia Chablau – vocais e guitarra (2019–presente)
- Theo Ceccato – bateria e percussão (2019–presente)
- Téo Serson – baixo (2019–presente)
- Vicente Tassara – guitarra (2019–presente)
Linha do tempo
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Discografia
[editar | editar código fonte]Álbuns de estúdio
[editar | editar código fonte]Ano | Álbum | Detalhes |
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2021 | Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo |
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2023 | Música do Esquecimento |
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Singles
[editar | editar código fonte]Ano | Canção | Álbum |
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2019 | "Idas e Vindas do Amor" | Não adicionada a nenhum álbum |
2021 | "Delícia/Luxúria" | Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo |
2023 | "Segredo" | Música do Esquecimento |
Outras aparições
[editar | editar código fonte]Ano | Canção | Álbum/EP |
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2022 | "Pop Cabecinha" | Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo (Locomotiva Sessions)
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"Se Você" |
Turnês
[editar | editar código fonte]- Turnê Música do Esquecimento (2023–2024)
Filmografia
[editar | editar código fonte]Ano | Título | Personagem | Notas | Ref. |
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2021 | esse filme é uma porcaria ‡ | —
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Aparição · Direção · Gravação · Edição | [37] |
"‡" denota documentário.
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Prêmios e indicações
[editar | editar código fonte]Prêmio | Ano | Categoria | Resultado | Ref. |
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Associação Paulista de Críticos de Arte | 2021 | Artista Revelação | Indicado | [22] |
Prêmio Multishow de Música Brasileira | 2023 | Rock do Ano
("Segredo") |
Indicado | [33] |
Prêmio da Música Brasileira | 2024 | Melhor Grupo de Pop/Rock | Indicado | [34] |
Referências
- ↑ Facchi, Cleber (15 de abril de 2021). «Crítica | Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo: "Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo"». Música Instantânea. Consultado em 7 de maio de 2025. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2022
- ↑ a b c d e f Almeida, Isadora (8 de abril de 2021). «Sophia Chablau, Uma Enorme Perda de Tempo e a madrugada infinita». Monkeybuzz. Consultado em 7 de maio de 2025. Cópia arquivada em 8 de abril de 2021
- ↑ a b c d Gomes, Luan (14 de abril de 2021). «QUASE RESENHA: Em seu disco de estreia, Sophia Chablau não perde tempo e traz tudo que o jovem alternativo gosta: MPB, lo-fi, garage rock e tudo mais». Minuto Indie. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 15 de abril de 2021
- ↑ Chioccarello, Rafael (13 de abril de 2021). «A anarquia organizada de Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo». Hits Perdidos. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 13 de abril de 2021
- ↑ Matias, Alexandre (9 de abril de 2021). «Dissecando Sophia Chablau & Uma Enorme Perda de Tempo». Trabalho Sujo. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 24 de junho de 2021
- ↑ Augusto, Guilherme (22 de abril de 2021). «Ócio criativo da pandemia fez bem à cantora Sophia Chablau e sua banda». Estado de Minas. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 22 de abril de 2021
- ↑ Lima, Carlos E. (12 de abril de 2021). «O tempo segundo Sophia Chablau». Célula POP. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2022
- ↑ Gomes, Luan (15 de setembro de 2021). «QUASE RESENHA: "Fora do Meu Quarto", o novo clipe de Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo». Minuto Indie. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2021
- ↑ a b «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo». Bandcamp. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 1 de setembro de 2023
- ↑ a b c «Sophia Chablau E Uma Enorme Perda De Tempo | Música Do Esquecimento». Casa Natura Musical. 20 de junho de 2024. Consultado em 10 de maio de 2025. Cópia arquivada em 28 de maio de 2024
- ↑ Barros, Adriana de (19 de janeiro de 2024). «APCA divulga os 50 melhores álbuns nacionais de 2023». TV Cultura. Fundação Padre Anchieta. Consultado em 14 de dezembro de 2024. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2024
- ↑ Schmidt, Pena (2 de abril de 2024). «Os discos brasileiros favoritos de 2023». Peripécias do Pena. Consultado em 14 de maio de 2025. Cópia arquivada em 14 de maio de 2025
- ↑ Frias, Heitor (30 de março de 2025). «Sophia Chablau faz barulho no indie de São Paulo com suas letras inconfundíveis». Folha de S.Paulo. São Paulo. Consultado em 10 de abril de 2025. Cópia arquivada em 31 de março de 2025
- ↑ a b c d e Ceccato, Theo; Tassara, Vicente; Chablau, Sophia; Serson, Téo (16 de maio de 2022). «Entrevista: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo». Bus Ride Notes (entrevista). Junio Silva. Brasília. Consultado em 9 de maio de 2025. Cópia arquivada em 16 de maio de 2022
- ↑ a b Ceccato, Theo; Tassara, Vicente; Serson, Téo; Chablau, Sophia (28 de dezembro de 2024). «Entrevista | Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo». Outra Hora (entrevista). Bernardo Liz. Porto Alegre. Consultado em 9 de maio de 2025. Cópia arquivada em 9 de maio de 2025
- ↑ a b Tavares, Lucas; Franco, Adriano (8 de abril de 2021). «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo disponibiliza álbum de estreia para audição». A Rádio Rock. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 8 de abril de 2021
- ↑ Yu, Isabela (7 de novembro de 2023). «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo criou um dos discos do ano». Noize Record Club. Consultado em 15 de maio de 2025. Cópia arquivada em 15 de maio de 2025
- ↑ a b c d Osborne, Joe (5 de maio de 2021). «Under The Influence: Sophia Chablau E Uma Enorme Perda De Tempo» [Sob a influência: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo]. Sounds and Colours (em inglês). Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 6 de maio de 2021
- ↑ Correia, Gonçalo (19 de outubro de 2021). «Que beleza: a nova música brasileira em 20 vozes cheias de futuro»
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- ↑ «The Lagniappe Sessions: Chico Bernardes»
. Aquarium Drunkard (em inglês). 9 de outubro de 2020. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2020
- ↑ «APCA revela lista de indicados a melhores do ano da música em 2021». TV Cultura. Fundação Padre Anchieta. 26 de janeiro de 2022. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2022
- ↑ a b Costa, Marcelo (20 de dezembro de 2021). «APCA revela indicados na categória Música em 2021». SCREAM & YELL. Consultado em 7 de maio de 2025
- ↑ a b Medeiros, Kavad (21 de dezembro de 2021). «APCA elege os 50 melhores álbuns nacionais de 2021». POPline. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2021
- ↑ Vidal, Brenda (25 de março de 2021). «Perca-se na "Delícia/Luxúria" de Sophia Chablau e Uma Enorme Perda». NOIZE. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 25 de março de 2021
- ↑ «Lo-fi, noise, shoegaze e até jazz, assim é a estreia de Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo». Polvo Manco. 12 de abril de 2021. Consultado em 8 de maio de 2025. Arquivado do original em 12 de abril de 2021
- ↑ Ribeiro, Lucio (12 de abril de 2021). «CENA – Sophia Chablau vai ao eletrizante Rio de Janeiro indie buscar o som que é "nosso", em seu disco de estreia». PopLoad. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 12 de abril de 2021
- ↑ Almeida, Isadora (20 de dezembro de 2021). «Como foi escrever essa música? Lay, Jadsa e Sophia Chablau respondem». Revista Balaclava. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 22 de dezembro de 2021
- ↑ «22 Artists to Watch in 2022» [22 artistas para ficar de olho em 2022]. SPIN (em inglês). 26 de janeiro de 2022. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 26 de janeiro de 2022
- ↑ Morita, Julia H. (4 de julho de 2021). «6 discos incríveis que agitaram o rock nacional em 2021 [LISTA]». Rolling Stone. Consultado em 8 de maio de 2025. Cópia arquivada em 24 de julho de 2024
- ↑ Queipo, Alan (26 de abril de 2021). «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo – Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo (RISCO, 2021)». Mor-discos (em espanhol). Consultado em 8 de maio de 2025 – via Radio Gladys Palmera
- ↑ a b Facchi, Cleber (13 de setembro de 2023). «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo : "Música Do Esquecimento"». Música Instantânea. Consultado em 10 de abril de 2025. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2023
- ↑ «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo lança seu segundo álbum de estúdio». A Rádio Rock. 15 de setembro de 2023. Consultado em 10 de maio de 2025. Cópia arquivada em 28 de novembro de 2023
- ↑ a b «Quais são as Categorias do Prêmio Multishow 2023?». Gshow. Rio de Janeiro. 9 de outubro de 2023. Consultado em 4 de novembro de 2024. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2023
- ↑ a b «Prêmio da Música Brasileira 2024: veja a lista completa de vencedores». gshow. Rio de Janeiro. 12 de junho de 2024. Consultado em 30 de abril de 2025. Cópia arquivada em 27 de dezembro de 2024
- ↑ «Sophia Chablau e Uma Enorme Perda De Tempo». Bandcamp. Consultado em 12 de maio de 2025. Cópia arquivada em 8 de abril de 2021
- ↑ «Música do Esquecimento». Bandcamp. Consultado em 13 de maio de 2025. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2023
- ↑ «esse filme é uma porcaria». TMDb. Consultado em 10 de abril de 2025. Cópia arquivada em 10 de maio de 2025
Ligações externas
[editar | editar código fonte]- Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo no Instagram
- Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo no Facebook
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