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Queijo azul

O queijo azul é um tipo de queijo conhecido por sua textura cremosa, quebradiça, sabor forte, levemente picante e aroma característico. Seu nome vem da presença de um mofo azulado que é adicionado durante o processo de fabricação, dando ao queijo distintos veios azul-acinzentados .

Os queijos azuis têm uma produção mais elaborada, resultando assim numa massa macia e quebradiça, permeada por veios azulados que dão uma característica peculiar que dá nome a esse tipo de queijo. Na Itália e na França nasceram os mais famosos queijos azuis.[1]

Os seus veios azulados vêm da adição de culturas de diversos gêneros do fungos Penicillium durante seu processo de maturação, o que também lhe confere um sabor característico.[2]

Dentre os queijos azuis mais consumidos mundialmente destacam-se o Gorgonzola, o Roquefort e o Stilton.

No Brasil, devido a um acordo comercial, o termo queijo azul passou a ser adotado em meados da década de 2020[3] em substituição aos queijos anteriormente chamados de "tipo gorgonzola", tendo em vista que esta denominação possui certificado de origem da União Europeia.[4]

Tipos de queijo azul

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O Stilton é um exemplo de queijo azul.
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Referências

  1. «Queijo Azul ou Blue Cheese – Saiba Tudo sobre queijos azuis em 5 minutos! - A Casa do Produtor». acasadoprodutor.com.br. 15 de fevereiro de 2023. Consultado em 2 de junho de 2025 
  2. Fermentech (16 de abril de 2019). «Queijo Azul (Gorgonzola): causas da mudança de cor do Penicillium roqueforti». Fermentech. Consultado em 2 de junho de 2025 
  3. «Gorgonzola ou queijo azul? Saiba o motivo da troca do nome do alimento». cbn. 23 de novembro de 2024. Consultado em 2 de junho de 2025 
  4. «Queijo gorgonzola produzido no Brasil mudará de nome; entenda». Consultado em 2 de junho de 2025 
  5. Harbutt, J. (2015). World Cheese Book. [S.l.]: DK Publishing. p. pt249. ISBN 978-1-4654-4372-4 
  6. Point Reyes Farmstead Cheese Co. (s.d.). «Bay Blue». Consultado em 21 de maio de 2024 
  7. Michelson, P.; Linder, L. (2010). Cheese: Exploring Taste and Tradition. [S.l.]: Gibbs Smith. p. pt107. ISBN 978-1-4236-0651-2 
  8. Jenkins, S.W. (1996). Cheese Primer. [S.l.]: Workman Pub. p. pt189. ISBN 978-0-89480-762-6 
  9. Jenkins, S.W. (1996). Cheese Primer. [S.l.]: Workman Pub. p. pt139. ISBN 978-0-89480-762-6 
  10. Scott, A.K. (2015). Authentic Norwegian Cooking: Traditional Scandinavian Cooking Made Easy. Col: EBL-Schweitzer. [S.l.]: Skyhorse Publishing Company, Incorporated. p. 213. ISBN 978-1-63220-775-3. Consultado em 6 de setembro de 2016 
  11. Raichlen, S. (2003). BBQ USA: 425 Fiery Recipes from All Across America. [S.l.]: Workman Pub. p. 75. ISBN 978-0-7611-2015-5 
  12. Out, Editors of Time; Howarth, E.; Norman, A. (2009). Great Days Out from London: More Than 100 Fantastic Getaways Within Two Hours of London. Col: Time Out Guides. [S.l.]: Ebury Publishing. p. 217. ISBN 978-1-84670-116-0 
  13. Waite, Debbie (16 de abril de 2013). «Baron hopes Oxford Blue cheese change will not be in vein». Oxford Mail. Consultado em 6 de setembro de 2016 
  14. Smith, A.F. (2007). The Oxford Companion to American Food and Drink. Col: Oxford Companions. [S.l.]: Oxford University Press, USA. p. pt133. ISBN 978-0-19-530796-2 
  15. Wilbey, R.A.; Scott, J.E.; Robinson, R.K. (2012). Cheesemaking Practice. [S.l.]: Springer US. p. 434. ISBN 978-1-4615-5819-4