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Maximiano Campos

Maximiano Campos
Maximiano Campos
Nome completo Maximiano Accioly Campos
Nascimento 19 de novembro de 1941
Recife, PE
Nacionalidade brasileiro
Morte 7 de agosto de 1998 (56 anos)
Recife, PE
Ocupação
Alma mater Universidade Católica de Pernambuco
Cônjuge Ana Arraes (c. 1964–98)
Filho(s) Eduardo Campos (1965–2014)
Atividade 1968–1998

Maximiano Accioly Campos (Recife, 19 de novembro de 1941Recife, 7 de agosto de 1998) foi um escritor, jornalista, poeta, cronista e ficcionista brasileiro, integrante da geração 65.[1][2][3]

Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, Maximiano Campos foi cronista do Diario de Pernambuco e superintendente do Instituto de Documentação da Fundação Joaquim Nabuco. Entre janeiro de 1987 e dezembro de 1988, foi secretário de Turismo, Cultura e Esportes do Governo de Pernambuco, durante a segunda gestão do governador Miguel Arraes, seu sogro.[2]

Do seu casamento com Ana Arraes, teve dois filhos: o governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (1965–2014), e o advogado e escritor, membro da Academia Pernambucana de Letras, Antônio Campos.[4]

É autor de 17 livros, alguns publicados postumamente. Sua primeira obra, o romance Sem Lei nem Rei, é também a mais conhecida e trata da briga entre coronéis do sertão e da zona da mata de Pernambuco.

  • Sem Lei nem Rei, romance (1968)[5]
  • As Emboscadas da Sorte, contos (1971)
  • As Sentenças do Tempo, contos (1973)[6]
  • A Loucura Imaginosa, novela (1973)
  • O Major Façanha, novela (1975)[7]
  • A Memória Revoltada, novela (1982)
  • As Feras Mortas, contos (1995)
  • O Viajante e o Horizonte, contos (1997)
  • O Lavrador do Tempo, poesia (1998)
  • Cartas aos Amigos, ensaios e cartas (2001)
  • Os Cassacos, novela (2003)
  • Na Estrada, contos (2004)[8]
  • Do Amor e Outras Loucuras, poesia (2004)[9]
  • A Multidão Solitária (2006)
  • Sem Lei Nem Rei - Maximiniano Campos, documentário (2007). Roteiro e direção de Marcelo Peixoto.[10][11]

Distinções e homenagens

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  • Uma escola em Jaboatão dos Guararapes foi nomeada em homenagem ao escritor, passando a se chamar Escola Técnica Estadual Maximiano Accioly Campos.[12]

Referências

  1. «Genealogia Pernambucana». www.araujo.eti.br. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  2. a b Biografia no website do Instituto Maximiano Campos[ligação inativa]
  3. Enciclopédia Nordeste. Maximiano Campos.
  4. Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «Eduardo Henrique Accioly Campos». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
  5. Campos, Maximiano (1968). Sem lei nem rei: romance, seguido de um ensaio sôbre o Nôvo romance sertanejo, de Ariano Suassuna. [S.l.]: Ed. O Cruzeiro 
  6. Campos, Maximiano (1973). As sentenças do tempo: contos. A loucura imaginosa; novela. [S.l.]: Universidade Federal de Pernambuco 
  7. Campos, Maximiano (1994). O Major Façanha. [S.l.]: Bagaço 
  8. Campos, Maximiano (2004). Na estrada e outros contos. [S.l.]: Editora Iluminuras Ltda. ISBN 9788573212112 
  9. Campos, Maximiano (2003). Do amor e outras loucuras: seguido de Perfis, A recusa do mágico e O lavrador do tempo : 50 poemas. [S.l.]: Edições Bagaço. ISBN 9788574095745 
  10. MMP produz documentário sobre Maximiano Campos
  11. Nota sobre o lançamento do filme Sem Lei Nem Rei - Maximiniano Campos. Fundaj Comunica n° 41. 16 a 22 de abril de 2007.
  12. escolas. «Escola - Escola Técnica Estadual Maximiano Accioly Campos - Jaboatão dos Guararapes - PE». Escol.as. Consultado em 30 de dezembro de 2018 
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