WikiMini

Cefapirina

Cefapirina
Nomes
Nome IUPAC (6R,7R)-3-[(acetyloxy)methyl]-8-oxo-7- {[(pyridin-4-ylsulfanyl)acetyl]amino}-5-thia- 1-azabicyclo[4.2.0]oct-2-ene-2-carboxylic acid
Identificadores
Número CAS 21593-23-7
PubChem 30699
DrugBank APRD00860
ChemSpider 28486
Código ATC J01DB08,QJ51DA30
DCB n° 01840; 01841 (cefapirina sódica)
Propriedades
Fórmula química C17H17N3O6S2
Massa molar 423.431 g mol-1
Farmacologia
Via(s) de administração via intramuscular, via intravenosa
Página de dados suplementares
Estrutura e propriedades n, εr, etc.
Dados termodinâmicos Phase behaviour
Solid, liquid, gas
Dados espectrais UV, IV, RMN, EM
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão.

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

A cefapirina é um antibiótico do grupo das cefalosporinas da primeira geração. Apresenta espectro de ação reduzido, com atividade proporcional a oxacilina em gram positivos e alguma atividade em relação aos gram negativos.[1]

Este fármaco atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana, mecanismo comum aos antibióticos β-lactâmicos, o que resulta em efeito bactericida. A cefapirina é administrada principalmente por via parenteral, estando disponível em formulações injetáveis para uso intravenoso ou intramuscular. [2]

No contexto clínico, é utilizada no tratamento de infecções causadas por microrganismos suscetíveis, incluindo algumas infecções de pele e tecidos moles, infecções do trato urinário e profilaxia cirúrgica.[3]

História e Síntese

[editar | editar código fonte]

A cefapirina foi desenvolvida como parte dos esforços para expandir as opções de antibióticos derivados das cefalosporinas, visando aprimorar a eficácia contra diferentes patógenos bacterianos. Embora a data exata de sua primeira síntese não seja amplamente documentada, sabe-se que as cefalosporinas de primeira geração foram introduzidas na prática clínica nas décadas de 1960 e 1970. A cefapirina foi comercializada sob o nome comercial Cefadyl. No entanto, sua produção para uso humano foi descontinuada nos Estados Unidos.[4]

Atualmente, a cefapirina é amplamente utilizada na medicina veterinária. É indicada para o tratamento de mastite clínica em vacas leiteiras, causada por patógenos como Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli. [6]

Toxicidade e Segurança[7]

[editar | editar código fonte]

A cefapirina é geralmente bem tolerada. No entanto, a administração concomitante de cefalosporinas e medicamentos nefrotóxicos pode aumentar a toxicidade renal. Além disso, a administração parenteral simultânea de substâncias nefrotóxicas, como aminoglicosídeos e antibióticos polipeptídicos, pode prolongar a excreção da cefapirina. [8]

Precauções e Considerações[9]

[editar | editar código fonte]

É importante que a cefapirina seja prescrita por profissionais qualificados, e seu uso deve ser baseado em testes de sensibilidade bacteriana para garantir a eficácia do tratamento. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana, representando um risco para a saúde animal e humana.

Em resumo, a cefapirina desempenha um papel significativo no tratamento de infecções bacterianas, especialmente na medicina veterinária, e seu uso responsável é essencial para manter sua eficácia terapêutica.

Notas e referências

Ligações externas

[editar | editar código fonte]
Este artigo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Editor: considere marcar com um esboço mais específico.