Cefapirina
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Nomes | |||||||||||||||
Nome IUPAC | (6R,7R)-3-[(acetyloxy)methyl]-8-oxo-7- {[(pyridin-4-ylsulfanyl)acetyl]amino}-5-thia- 1-azabicyclo[4.2.0]oct-2-ene-2-carboxylic acid | ||||||||||||||
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Página de dados suplementares | |||||||||||||||
Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. |
A cefapirina é um antibiótico do grupo das cefalosporinas da primeira geração. Apresenta espectro de ação reduzido, com atividade proporcional a oxacilina em gram positivos e alguma atividade em relação aos gram negativos.[1]
Este fármaco atua inibindo a síntese da parede celular bacteriana, mecanismo comum aos antibióticos β-lactâmicos, o que resulta em efeito bactericida. A cefapirina é administrada principalmente por via parenteral, estando disponível em formulações injetáveis para uso intravenoso ou intramuscular. [2]
No contexto clínico, é utilizada no tratamento de infecções causadas por microrganismos suscetíveis, incluindo algumas infecções de pele e tecidos moles, infecções do trato urinário e profilaxia cirúrgica.[3]
História e Síntese
[editar | editar código fonte]A cefapirina foi desenvolvida como parte dos esforços para expandir as opções de antibióticos derivados das cefalosporinas, visando aprimorar a eficácia contra diferentes patógenos bacterianos. Embora a data exata de sua primeira síntese não seja amplamente documentada, sabe-se que as cefalosporinas de primeira geração foram introduzidas na prática clínica nas décadas de 1960 e 1970. A cefapirina foi comercializada sob o nome comercial Cefadyl. No entanto, sua produção para uso humano foi descontinuada nos Estados Unidos.[4]
Usos Clínicos[5]
[editar | editar código fonte]Atualmente, a cefapirina é amplamente utilizada na medicina veterinária. É indicada para o tratamento de mastite clínica em vacas leiteiras, causada por patógenos como Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli. [6]
Toxicidade e Segurança[7]
[editar | editar código fonte]A cefapirina é geralmente bem tolerada. No entanto, a administração concomitante de cefalosporinas e medicamentos nefrotóxicos pode aumentar a toxicidade renal. Além disso, a administração parenteral simultânea de substâncias nefrotóxicas, como aminoglicosídeos e antibióticos polipeptídicos, pode prolongar a excreção da cefapirina. [8]
Precauções e Considerações[9]
[editar | editar código fonte]É importante que a cefapirina seja prescrita por profissionais qualificados, e seu uso deve ser baseado em testes de sensibilidade bacteriana para garantir a eficácia do tratamento. O uso indiscriminado de antimicrobianos pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana, representando um risco para a saúde animal e humana.
Em resumo, a cefapirina desempenha um papel significativo no tratamento de infecções bacterianas, especialmente na medicina veterinária, e seu uso responsável é essencial para manter sua eficácia terapêutica.
Notas e referências
- ↑ Microbiologia Medica
- ↑ Werth, Brian. «Cefalosporinas Por Brian J. Werth, PharmD, University of Washington School of Pharmacy» line feed character character in
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at position 15 (ajuda) - ↑ «Cefapirina Informação Geral» line feed character character in
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at position 11 (ajuda) - ↑ «Drugs@FDA: FDA-Approved Drugs»
- ↑ «Suspensão intramamária para vacas em lactação indicado no tratamento da mastite.»
- ↑ «Cefalosporinas: um resumo para médicos»
- ↑ «MASTIPLAN® LC»
- ↑ «cefalosporinas»
- ↑ «Cefalosporinas: um resumo para médicos»