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Marcos Vilaça

Marcos Vinicios Vilaça
Marcos Vinicios Vilaça
Marcos Vilaça em 2011.
Ministro do Tribunal de Contas da União
Período 19 de abril de 1988
a 26 de junho de 2009
Nomeação por José Sarney
Sucessor(a) José Múcio Monteiro
Presidente do Tribunal de Contas da União
Período 1º de janeiro de 1995
a 31 de dezembro de 1996
Antecessor(a) Élvia Castello Branco
Sucessor(a) Homero Santos
Dados pessoais
Nascimento 30 de junho de 1939
Nazaré da Mata, PE
Falecimento 29 de março de 2025
29 de março de 2025, Recife, Pernambuco
Progenitores
Cônjuge Maria do Carmo Duarte Vilaça
Filhos Marcantonio Vilaça
Alma mater Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Prêmios

Marcos Vinicios Rodrigues Vilaça GCIHGOMMOC (Nazaré da Mata, 30 de junho de 1939Recife, 29 de março de 2025) foi um professor, advogado, jornalista, ensaísta e poeta brasileiro.[3]

Membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia Pernambucana de Letras, da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Brasiliense de Letras e ex-ministro e presidente do Tribunal de Contas da União.

Era filho único de Antônio de Souza Vilaça e Evalda Rodrigues Vilaça e pai do falecido Marchand Marcantonio Vilaça.[4]

Principais atividades

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Em 1967, Vilaça foi admitido pelo presidente português Américo Tomás à Ordem de Cristo no grau de Oficial.[1] Em 1987, foi admitido por Mário Soares à Ordem do Infante D. Henrique no grau de Grande-Oficial, sendo promovido a Grã-Cruz em 2005 por Jorge Sampaio. Em 1995, foi condecorado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Ordem do Mérito Militar no grau de Grande-Oficial especial.[2]

Academia Brasileira de Letras

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Na Academia Brasileira de Letras foi o sétimo ocupante da cadeira 26. Foi eleito em 11 de abril de 1985, na sucessão de Mauro Mota, seu conterrâneo, e recebido em 2 de julho de 1985 pelo acadêmico José Sarney. Recebeu os acadêmicos Ariano Suassuna, Alberto da Costa e Silva e Marco Maciel. Foi seu presidente no biênio 2006/2007, tendo tomado posse em 15 de dezembro de 2005.

Academia Pernambucana de Letras

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Na Academia Pernambucana de Letras foi o primeiro ocupante da cadeira 35, tendo sido eleito em 30 de outubro de 1965, e tomado posse em 18 de novembro do mesmo ano, sendo atualmente o seu mais antigo membro. Foi seu presidente no biênio 1970/1972.

Vilaça morreu em 29 de março de 2025, aos 85 anos, vítima de falência múltipla de órgãos. O acadêmico estava internado na Clínica Florença, no bairro Graças, no Recife, Pernambuco.[5]

  • 1958 - Conceito de Verdade
  • 1958 - A Escola e Limoeiro
  • 1960 - Americanas (Crônicas de Viagem
  • 1961 - Em Torno da Sociologia do Caminhão
  • 1962 - Presença na Faculdade (Discursos)
  • 1964 - Cooperação, Cultura e Ruralismo
  • 1965 - Coronel, Coronéis
  • 1970 - Política Internacional e Trópico
  • 1971 - Academia Setuagenária e Menina
  • 1971 - Ato de Semeadura
  • 1972 - Nordeste: Secos & Molhados
  • 1972 - Recife Azul, líquido do céu
  • 1973 - Falas do Ofício
  • 1974 - Limoeiro: Pensamento e Memória
  • 1975 - Uma revolução a serviço da modernização econômica e do reformismo político
  • 1977 - Palavras e Letras
  • 1980 - O Menino Gilberto Freyre
  • 1983 - O Tempo e o Sonho
  • 1995 - Retorno à Palavra
  • 1997 - Itinerário na Corte
  • 1999 - No Paladar das Palavras
  • 2002 - De Ícones e Dedicações
  • 2003 - Trajetória e Convicções
  • 2004 - O Coronelismo no Nordeste Brasileiro
  • 2005 - Da Arca Sacra
  • 2014 - Livro dos prefácios
  • 2014 - Para simplesmente não arquivar

Referências

  1. a b c «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Marcos Vilaça". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 11 de março de 2022 
  2. a b Brasil, Decreto de 29 de março de 1995.
  3. Borges, J. (1988). Louvação a Dr. Marcos Vilaça na sede da LBA em Pernambuco (cordel). Bezerros (PE): Ed. do Autor. 8 páginas 
  4. «Marcantônio Vilaça morre no Recife». Folha de S. Paulo. 3 de janeiro de 2000. Consultado em 3 de abril de 2025 
  5. «Marcos Vilaça, jornalista, advogado, ex-ministro e presidente do TCU e membro da ABL, morre aos 85 anos». G1. 29 de março de 2025. Consultado em 29 de março de 2025 

Ligações externas

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Precedido por
Mauro Mota
ABL - sétimo acadêmico da cadeira 26
1985 — 2025
Sucedido por
José Roberto de Castro Neves
Precedido por
Ivan Junqueira
ABL - Presidência
2006 — 2007
Sucedido por
Cícero Sandroni
Precedido por
Cícero Sandroni
ABL - Presidência
2010 — 2011
Sucedido por
Ana Maria Machado
Precedido por
Academia Pernambucana de Letras - cadeira 35
1965 — 2025
Sucedido por
Precedido por
Luiz Delgado
Academia Pernambucana de Letras - Presidência
1970 — 1972
Sucedido por
Mauro Mota
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