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Manuel Baptista da Cunha

Manuel Baptista da Cunha
Arcebispo da Igreja Católica
Arcebispo de Braga
Info/Prelado da Igreja Católica

Título

Primaz das Espanhas
Atividade eclesiástica
Diocese Arquidiocese de Braga
Nomeação 3 de fevereiro de 1899
Predecessor António José de Freitas Honorato
Sucessor Manuel Vieira de Matos
Mandato 1899-1913
Ordenação e nomeação
Ordenação presbiteral 11 de junho de 1870
Nomeação episcopal 1 de junho de 1888
Ordenação episcopal 15 de julho de 1888
por José Sebastião de Almeida Neto
Dados pessoais
Nascimento Águeda
13 de abril de 1843
Morte Vila do Conde
13 de maio de 1913 (70 anos)
Nacionalidade português
Funções exercidas -Bispo Auxiliar de Lisboa (1888–1899)
Títulos anteriores -Arcebispo titular de Mitilene (1888–1899)
Arcebispos
Categoria:Hierarquia católica
Projeto Catolicismo

Manuel Baptista da Cunha (Paradela, Espinhel, Águeda, 16 de abril de 1843Vila do Conde, Vila do Conde, 13 de maio de 1913), foi arcebispo de Braga de 3 de Fevereiro 1899 até à data da sua morte, no exílio.[1]

Em 1888 foi bispo auxiliar de Lisboa, com o título de arcebispo de Mitilene.

Em 1903 fez as diligências necessárias para tomara o hábito do Santo Ofício[2].

A primeira tentativa reformadora do Rito Bracarense foi empreendida por si, a partir de 1904, o qual conseguiu, entre 1906-1909 a aprovação do Kalendarium e dos Ofícios próprios da Arquidiocese[3].

O cardeal D. Manuel Gonçalves Cerejeira, em 17 de Dezembro de 1910, é ordenado diácono com a sua bênção e confere-lhe o presbitério[4].

Por ter sido contra obrigatoriedade da criação de associações cultuais, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas (1911), imposta pela recente implantação da República Portuguesa, opostas à Constituição da Igreja católica e à sua hierarquia, ao tornar os padres inelegíveis para membros das juntas de paróquia e para as direcções, administrações ou gerências das mesmas[5], viu-se afastado do seu magistério pelo Estado, que o exilou para fora da sua diocese. Por de­creto de 12 de Fevereiro de 1912, foi condenando-o à pena de desterro para fora do Distrito de Braga por dois anos[6].

Faleceu em Vila do Conde, às 10 horas do dia 13, do ano seguinte, num palacete do comendador Bento de Aguiar, na Rua Bento de Freitas, vitimado por uma congestão cerebral[7].

Referências

Precedido por
António José de Freitas Honorato
Brasão arquiepiscopal
Arcebispo Primaz de Braga

1899 — 1913
Sucedido por
Manuel Vieira de Matos