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Fernando Romboli

Tenista Fernando Romboli
Romboli, 2022
País Brasil
Residência Guarujá Brasil
Data de nascimento 4 de janeiro de 1989 (36 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro, Brasil
Altura 1,80 m
Peso 81 kg
Mão Direita
Prize money $ 723,342 [1]
Simples
Títulos 0
Melhor ranking N° 236 (20 de junho de 2011)
Duplas
Vitórias-Derrotas 31-44
Títulos 2
Melhor ranking N° 44 (4 de agosto de 2025)
Ranking atual duplas N° 44 (4 de agosto de 2025)
Australian Open 1R (2025)
Roland Garros 3R (2025)
Wimbledon 2R (2025)
US Open 1R (2024)
Última atualização em: 12 de agosto de 2025.

Fernando Romboli de Souza (Rio de Janeiro, 4 de janeiro de 1989) é um tenista profissional brasileiro. Detentor de 2 títulos de ATP de duplas.

Seu melhor ranking de simples é a 236ª colocação da Associação de Tenistas Profissionais (ATP), alcançada em 2011. Já nas duplas, seu melhor ranking é a 44ª colocação da ATP, alcançada em 4 de agosto de 2025.[2]

2021: Primeiro título ATP

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Romboli conquistou seu primeiro título ATP de duplas no ATP de Umag de 2021, ao lado de David Vega Hernández, derrotando os cabeças de chave Tomislav Brkić, da Bósnia e Herzegovina, e Nikola Ćaćić, da Sérvia.[3]

2025: Semifinal de Masters 1000, segundo título de ATP, top 50 mundial de duplas, nº1 do Brasil

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Em março de 2025, aos 36 anos, ele teve a melhor campanha de sua carreira no Masters 1000 de Indian Wells de 2025, onde, entrando como reserva ao lado de John-Patrick Smith, derrotou Austin Krajicek/Rajeev Ram (ex-números 1 do mundo e medalhistas de prata em Paris 2024), os sextos cabeças de chave Cash/Glasspool e a dupla Bhambri/Göransson, chegando às semifinais do torneio.[4]

Em abril, ele conquistou seu segundo título no ATP 250 de Houston.[5]

Foi vice-campeão do ATP 500 de Hamburgo, em maio. [6]

No Torneio de Roland Garros de 2025, ele e Patrick-Smith venceram 2 jogos e chegaram às oitavas de final.[7]

Em Wimbledon, ao chegar na 2a rodada, entrou pela primeira vez no top 50 mundial de duplas. [8]

No Masters 1000 do Canadá, chegou às quartas de final. [9] Com isto, chegou ao seu melhor ranking na carreira (nº 44 do mundo) e se tornou pela primeira vez o duplista nº 1 do Brasil no ranking mundial. [10]

Referências