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Batalha de Brava

Batalha de Brava
Descobrimentos portugueses
Data3 de Fevereiro de 1509
LocalBrava
DesfechoVitória portuguesa
Beligerantes
Império Português Brava.
Comandantes
Tristão da Cunha
Afonso de Albuquerque
Desconhecido.
Forças
1500 homens.[1] 4000 homens.[1]
Baixas
50 mortos[1] Pesadas.


A Batalha de Brava foi um encontro armado entre o Império Português e a cidade de Brava, na coasta oriental de África, actual Somália. Os portugueses levaram a cabo um desembarque anfíbio e saquearam a cidade.[1]

Em fevereiro de 1507, uma armada de 16 navios comandada por Tristão da Cunha atracou em Melinde, a caminho da Índia. O rei de Melinde era um vassalo fiel dos portugueses desde a viagem inaugural de Vasco da Gama à Índia em 1497 e, nesta ocasião, o rei solicitou ajuda dos portugueses contra as cidades hostis de Oja, Lamo e Brava. Oja foi saqueada e Lamo foi subjugada sem luta.[carece de fontes?]

Ao chegar a Brava, os portugueses primeiro ofereceram à cidade a oportunidade de se renderem, que foi recusada.[1] Os portugueses prepararam-se para atacar a cidade e relataram que suas defesas incluíam um muro e 4.000 guerreiros.[1]

Na manhã seguinte, Tristão da Cunha e Afonso de Albuquerque lideraram dois grupos de assalto em terra.[1] 2.000 homens saíram da cidade para lutar contra os portugueses na praia, mas foram rechaçados e obrigados a recuar para a cidade.[1] Sob ataque de flechas de fogo, os portugueses escalaram a muralha num ponto fraco.[1] Muitos habitantes fugiram, mas os que permaneceram morreram na luta.[1] A cidade foi então saqueada e incendiada à vista dos sobreviventes que haviam fugido.[1]

Tristão da Cunha.

Os portugueses seguiram depois para a Ilha de Socotorá, que conquistaram.[1]

Referências