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Atma S.A.

Atma
Central de atendimento de um Call Center.
Razão socialAtma Participações S.A.
Nome(s) anterior(es)Contax (2000-2018)
Liq (2018-2020)
Empresa de capital aberto
CotaçãoB3ATMP3
AtividadeHolding
GêneroSociedade anônima
Fundação31 de julho de 2000 (25 anos)
SedeBrasil São Paulo, SP, Brasil
PresidenteAndré França
AcionistasVeja abaixo
Website oficialatmasa.com.br

A ATMA Participações (antiga “Liq Corp” e “Contax Participações”) é uma holding brasileira com sede na cidade de São Paulo, no estado homônimo. A ATMA é um dos maiores grupos do país de prestação de serviços de terceirização de processos de negócio. Através de suas subsidiárias, atua nas áreas de atendimento a clientes (Contact Center e Trade Marketing) por meio da Liq; manutenção (Industrial e Facilities) por meio da Elfe; e tecnologia, por meio da Solvian. A ATMA tem suas ações listadas na B3 em São Paulo, sob o ticker ATMP3. Em 09 de Março de 2020, os acionistas da empresa, aprovaram um rebranding, passando-se à chamar Atma.[1]

Panorama geral

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Em 2005, tornou-se uma empresa de capital aberto e foi a primeira do setor a lançar ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) atingindo com isso a liderança do setor.

Em 2011, a receita líquida da Contax ultrapassou R$ 2,98 bilhões de reais.

Tendo como presidente o brasileiro Marcelo Chianello[2], a empresa conta com aproximadamente 60 mil colaboradores, distribuídos em dez estados brasileiros (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraíba , Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre) e no Distrito Federal, além de operar na Argentina, na Colômbia e no Peru. Realiza mais de 250 milhões de contatos por mês, através de telefone, correio, e-mail, torpedos, internet e chats . Seu faturamento é superior a R$ 3,6 bilhões.

Presta serviços a empresas como Citibank, Bradesco, Itaú, Santander, Ticket, Net, Leader Magazine, Souza Cruz, LATAM Airlines, Rede Globo, Claro, Vivo, Oi dentre outros. Em 2011, tornou-se a 3ª principal empresa do seu segmento no mundo e uma das principais multinacionais brasileiras de serviços.

Controle acionário

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Em 2014, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a saída da Portugal Telecom (PT) do capital social da Contax Participações. Assim, a Portugal Telecom deixou de ter participação na sociedade de contact center para concentrar seus investimentos no Brasil exclusivamente em atividades de telecomunicações por meio da operadora Oi, empresa com a qual pretende se fundir. Com a saída da PT, foram reorganizadas as participações no controle da Contax detidas pelos grupos Andrade Gutierrez (AG Telecom) e Jereissati (LF Tel) e o controle da Contax passou a ser exercido pela AG e LF, em conjunto com o outro acionista controlador, a Fundação Atlântico de Seguridade Social (FASS). Assim, as ações da Contax Participações passaram a ser distribuídas da seguinte forma: 27,5% da CTX, 7% da AG, 7% da LF Tel, 1,1% da FASS e 57,5% para free float (ações para livre negociação no mercado).[3]

Referências

Ligações externas

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