Arcos
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Denominação: | Apeadeiro de Arcos | ||
Administração: | Infraestruturas de Portugal (sul)[1] | ||
Classificação: | A (apeadeiro)[2] | ||
Linha(s): | Ramal de Vila Viçosa (PK 180+823) | ||
Altitude: | 468 m (a.n.m) | ||
Coordenadas: | 38°49′26.4″N × 7°31′40.53″W (=+38.824;−7.52793) | ||
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Município: | ![]() | ||
Inauguração: | 2 de agosto de 1905 (há 120 anos) | ||
Encerramento: | 1 de janeiro de 1990 (há 35 anos) |

O apeadeiro de Arcos foi uma interface do Ramal de Vila Viçosa, que servia a localidade de Arcos, no distrito de Évora, em Portugal.

Descrição
[editar | editar código fonte]Localização e acessos
[editar | editar código fonte]Esta interface situa-se em meio rural, a cerca de um quilómetro e meio a sudoeste da localidade nominal, a que liga via EM508-1 e CM1025 (= Rua da Estação).[3] A 468 m acima do nível do mar, esta interface era a mais elevada da rede ferroviária portuguesa a sul do Rio Tejo.[carece de fontes]
Infraestrutura
[editar | editar código fonte]O edifício de passageiros situa-se do lado nordeste da via (lado esquerdo do sentido ascendente, para Vila Viçosa).[4]

História
[editar | editar código fonte]No plano de 1898 para a continuação da Linha de Évora até Vila Viçosa,[5] já se previa a construção de um apeadeiro entre as estações de Borba e Estremoz.[6] Embora as obras do Ramal de Vila Viçosa se tenham iniciado em finais de 1903, só em Abril de 1905 é que foi aprovado o plano, e o correspondente orçamento, para a instalação do Apeadeiro de Arcos.[7] Em 1 de Agosto do mesmo ano, o Ramal entrou ao serviço, incluindo este apeadeiro, que ficou pronto desde logo para receber serviços nos regimes de pequena e grande velocidades.[8]
Os serviços de passageiros no Ramal de Vila Viçosa foram encerrados em 2 de Janeiro de 1990.[9]
Ver também
[editar | editar código fonte]- Infraestruturas de Portugal
- Caminhos de Ferro Portugueses
- Transporte ferroviário em Portugal
- História do transporte ferroviário em Portugal
Referências
- ↑ Diretório da Rede 2025. I.P.: 2023.11.29
- ↑ (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
- ↑ «Cálculo de distância pedonal (38,823857; −7,527657 → 38,83344; −7,515265)». OpenStreetMaps / GraphHopper. Consultado em 6 de julho de 2025: 1630 m: desnível acumulado de +5−29 m
- ↑ (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
- ↑ «A rêde ferro-viaria ao Sul do Tejo» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 15 (359). Lisboa. 1 de Dezembro de 1902. p. 354-356. Consultado em 3 de Junho de 2012 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ «De Extremoz a Villa Viçosa - Prolongamento da linha de Evora» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 16 (364). Lisboa. 16 de Fevereiro de 1903. p. 53. Consultado em 12 de Julho de 2012 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ «Parte Official» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 18 (416). Lisboa. 16 de Abril de 1905. p. 116-118. Consultado em 3 de Junho de 2012 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ «Linhas Portuguezas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 18 (423). Lisboa. 1 de Agosto de 1905. p. 234-235. Consultado em 3 de Junho de 2012 – via Hemeroteca Digital de Lisboa
- ↑ «CP encerra nove troços ferroviários». Diário de Lisboa. Ano 69 (23150). Lisboa: Renascença Gráfica. 3 de Janeiro de 1990. p. 17. Consultado em 4 de Março de 2021 – via Casa Comum / Fundação Mário Soares