Álvaro Gomes da Rocha Azevedo | |
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![]() Álvaro Gomes da Rocha Azevedo | |
Prefeito de São Paulo | |
Período | 16 de agosto de 1919 até 15 de janeiro de 1920 |
Antecessor(a) | Washington Luís |
Sucessor(a) | Firmiano de Morais Pinto |
Vice-prefeito de São Paulo | |
Período |
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Antecessor(a) | João Maurício de Sampaio Viana |
Sucessor(a) | Henrique de Sousa Queirós |
Dados pessoais | |
Nascimento | 26 de janeiro de 1864 Campanha, Minas Gerais |
Morte | 30 de outubro de 1942 (78 anos) São Paulo |
Progenitores | Mãe: Inácia Júlia Midões Ribeiro de Resende Pai: João Fernandes Gomes da Rocha e de Azevedo Vilas Boas e Antas da Silva Soares |
Partido | Republicano Paulista |
Profissão | Advogado e político |
Álvaro Gomes da Rocha Azevedo (Campanha, 26 de janeiro de 1864 — São Paulo, 30 de outubro de 1942) foi um advogado e político brasileiro.[1]
Formação
[editar | editar código fonte]Nascido em Minas Gerais, veio para São Paulo com 14 anos, onde formou-se como advogado no Largo São Francisco em dezembro de 1888.[2][3]
Carreira como advogado e juiz
[editar | editar código fonte]Republicano desde sempre, comemorou o advento do regime em Mococa, onde advogava nessa época. Na comarca de Mococa, foi intendente, Juiz Municipal, de Órfãos e de Direito. Também foi juiz substituto em Jundiaí, Juiz de Direito em Caconde.[3]
Atuação na capital paulista
[editar | editar código fonte]Em 1893 Rocha Azevedo veio para São Paulo, onde foi vereador nas legislaturas de 1905, 1908, 1914, 1917 e 1920, sendo vice-presidente da Câmara Municipal de São Paulo nas últimas legislaturas.[3]
Foi prefeito de São Paulo após Washington Luís renunciar ao cargo para se candidatar à presidência do estado de 16 de agosto de 1919 a 15 de janeiro de 1920.[4]
Foi ainda secretário estadual da Fazenda durante o governo de Washington Luís.[1] Tornou-se ministro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, onde atuou como presidente de 1928 a 1930.[3]
Colaborou na imprensa em vários jornais como "Revolução" e "Conspiração". Recebeu as honras de Comendador da Ordem de Leopoldo, da Bélgica, e a da Ordem do Sol Nascente, do Japão.[3]
Morte e legado
[editar | editar código fonte]Morreu em São Paulo em 30 de outubro de 1942.[1]
Dá nome à Alameda Ministro Rocha Azevedo, travessa da Avenida Paulista.[5] O idealizador da Avenida Paulista, Joaquim Eugênio de Lima, era seu sogro.[6] Rocha Azevedo morou com sua família em um dos primeiros casarões da avenida.[7]
Referências
- ↑ a b c Correa, Liliane (2015). «AZEVEDO, Álvaro Gomes da Rocha» (PDF). In: Abreu, Alzira Alves de. Dicionário Histórico-Biográfico da Primeira República. São Paulo: Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. ISBN 9788522516582. Consultado em 9 de julho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 5 de novembro de 2021
- ↑ «Antigos Alunos». ARCADAS (Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo). p. 76
- ↑ a b c d e «Edição Histórica - Revista nº123» (em .pdf). Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. 2009. 126 páginas. Consultado em 11 de maio de 2014
- ↑ Oliveira, Abrahão de (1 de junho de 2014). «O Prefeito Relâmpago de São Paulo - O Curto Mandato de Rocha Azevedo». SP In Foco. Consultado em 28 de outubro de 2024
- ↑ «Alameda Ministro Rocha Azevedo». DIC.ruas. Consultado em 21 de julho de 2025
- ↑ Azevedo, Roberto da Rocha (10 de junho de 2016). São Paulo como me lembro. [S.l.]: Clube de Autores. pp. 11–15. ISBN 978-85-64543-03-4. Consultado em 21 de julho de 2025
- ↑ «A casa do Ministro Rocha Azevedo – parte 1 – A família». Série Avenida Paulista. 16 de abril de 2019. Consultado em 21 de julho de 2025
Precedido por Washington Luís |
Prefeito de São Paulo 1919 — 1920 |
Sucedido por Firmiano de Morais Pinto |